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PCHs e CGHs diante da expansão do Mercado Livre de Energia

Foto do escritor: inova-energia
inova-energia
11 de set.
2 min de leitura

Atualizado: 16 de set.


O mercado brasileiro de energia elétrica está passando por uma transformação importante. A expansão do Ambiente de Contratação Livre (ACL) amplia as possibilidades de comercialização e cria perspectivas para empreendimentos de geração, incluindo PCHs e CGHs.

Em 2025, o consumo de energia elétrica no Brasil alcançou 566,7 TWh, segundo a EPE. Para os próximos anos, as perspectivas permanecem de crescimento: o PDE 2035 projeta uma expansão média de 3,3% ao ano, com o consumo chegando a aproximadamente 939 TWh em 2035.

Ao mesmo tempo, o Mercado Livre continua crescendo. Segundo a CCEE, 21.707 consumidores migraram para o mercado livre em 2025, elevando para 85.450 o número de unidades consumidoras registradas nesse ambiente.

Esse movimento é especialmente relevante para novos projetos de geração. A possibilidade de comercializar energia no mercado livre permite que PCHs e CGHs sejam estruturadas considerando, desde as etapas iniciais, diferentes estratégias de venda da energia, diretamente ou por meio de comercializadoras especializadas.


Um mercado que vai além da região da usina

A energia produzida por uma PCH ou CGH conectada ao Sistema Interligado Nacional (SIN) não está limitada ao mercado consumidor existente próximo à usina. Embora o empreendimento esteja fisicamente localizado em determinado município ou região, sua energia pode ser comercializada dentro de um mercado de abrangência nacional, observadas as regras do setor elétrico.

Além disso, a geração hidrelétrica combina o aproveitamento de um recurso renovável com a possibilidade de participação em um mercado cada vez mais amplo e diversificado.

Na Inova Energia e Engenharia, acompanhamos as diferentes etapas de desenvolvimento de empreendimentos de geração, desde a avaliação do potencial e estudos de viabilidade até a estruturação técnica necessária para a implantação do projeto.

PCHs e CGHs continuam tendo espaço na matriz elétrica brasileira. Em um mercado cada vez mais aberto, o planejamento adequado pode fazer a diferença entre um potencial hidráulico identificado e um empreendimento efetivamente viável.

 

 

Fontes:

Empresa de Pesquisa Energética – EPE, Anuário Estatístico de Energia Elétrica 2026 e PDE 2035; Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE, Resultados 2025 – Abertura de Mercado

 
 
 

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